Daniel Gonçalves... Faraó

Então, vamos fazer jornalismo...

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Terra Blog

Categoria: Cinema

29.12.08

HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE

categorias: Cinema, Jornalismo

Acabei, faz exatos quarenta minutos, de ler o último livro da série do bruxo Harry Potter.

 

 Após me recompor a intensa movimentação da última aventura (ufa!) e começar a me recuperar da tristeza com o fim dessa bela estória, posso escrever meu parece final.

 

Essa guerra contra Lord Voldemort deixou marcas profundas em todos nós. A batalha final foi árdua. Bruxo contra bruxo, criaturas mágicas contra criaturas mágicas. O destino de um mundo inteiro foi decidido.

 

Se quiserem saber vão lá ver, pô...

 

 Mas digo que em nenhum momento nós tememos a morte. Ela é "apenas uma travessia do mundo". Fomos bravos e nos esforçamos para derrotar Áquele-que-não-se-deve-nomear.

 

E, no final das contas, ficaram duas verdades incontestáveis.

 

Que a senhora J. K. Rowling tornou-se a mulher mais rica do Reino Unido graças a Harry Potter

 

E que a safada sabe contar uma boa aventura

26.12.08

Entre Lençóis

categorias: Cinema

Obviamente que ver a adorável Paola Oliveira semi-nua durante duas horas nunca é desagradável.

 

Ah, Paola... que bela visão... como diria o poeta: síntese da beleza feminina.

 

Mas, quanto ao filme, as atuações que deixam a desejar em boa parte da projeção não atrapalham o (surpreendente) bom roteiro.

 

Não sabia que era possível levar uma história tão sensível que se passa dentro do quarto de um motel.

 

 Apenas dentro de um quarto de motel, diga-se de passagem.

 

Em tempo: ganhei de Natal o livro Guia Ilustrado zahar - CINEMA por Ronald Bergan. Muito f... galera, muito mesmo.

 

Mas não melhor que Paola Oliveira, claro... 

18.11.08

MARLEY E EU

categorias: Cinema, Jornalismo

Quem de vocês já leu o livro "Marley e Eu".

 

É ótimo, de verdade.

 

Para quem não leu, leia.

 

Para quem já leu, veja o filme que deve estrear mês que vem com a super gostosa Jennifer Aniston (ex-mulher de Brad Pitt).

 

Confesso que chorei ao final do livro. Chorei mesmo, chorei como uma menina de 15 anos que termina com o namorado na noite do baile de formatura.

12.11.08

A última valsa

categorias: Cinema, Jornalismo


Já esperando por uma multidão lotando os cinemas na semana de estréia de High School Music: Ano da formatura, este repórter que vos escreve escolheu uma segunda-feira à tarde para assistir ao filme. Ora bolas, pensei comigo mesmo, segunda todo mundo trabalha e estuda, e além do mais não estamos nas férias (já imaginaram School Music ou Harry Potter nas férias? Mas Deus é misericordioso e nos poupou desse apocalipse). Satisfeito com minha sábia decisão concluí que não teria que agüentar os gritos agudos das adolescentes ao verem o ator Zac Efron (Troy) na telona e tampouco o barulho ensurdecedor de crianças em um coral desafinado acompanhando todas (eu disse todas) as canções do filme.

 


Eu adoro a juventude, sério mesmo, mas acima de tudo gosto de silêncio no cinema. E não é que, ao entrar na sala de projeção, vejo quase todas as poltronas cheias, com pipocas, refrigerantes e mais pipocas saltando aos olhos. Tamanha catástrofe em minha jornada mostra o que o fenômeno High School Music pode provoca aqui no Brasil e, é claro, no restante do mundo.

 


Neste terceiro longa-metragem da série acompanhamos Troy, Gabriella e sua turma no último ano do colegial, se preparando para o baile de formatura, um grande musical de primavera e o dilema da separação, já que cada um deles seguirá para uma faculdade diferente.

 


Dando gás ao enredo com novos e cativantes personagens, Ano da Formatura é um filme que contagia o público misturando romance, drama e alegria sem perder a inocência. O roteiro de Peter Barsocchini consegue ser simples, visando os baixinhos, sem esquecer-se de injetar leves toques de humor sarcástico, sabendo que ao lado dos pequeninos haverá um pai ou irmão mais velho que também merece se divertir.

 


Apesar da impressão de que a passagem do segundo para o terceiro ato tenha sido feita as pressas, o longa mantém um ritmo agradável do início ao fim. O que poderia ser sua ruína (o excesso de cenas de dança e música) acaba se tornando seu maior triunfo, pois ao término de mais um número musical com coreografias bem produzidas nos pegamos ansiosos a espera do próximo. Um deles unindo os personagens Sharpay e Ryan é uma sutil homenagem, mesmo que sem querer, a uma cena semelhante do clássico Cantando na Chuva. E apesar de trazer os clichês do gênero, Ano da Formatura consegue encantar, com destaque para a valsa de Troy e Gabriella ao som da bem composta Can I Have This Dance. A direção de Kenny Ortega se mostra uma grata surpresa, entregando o melhor capítulo da série e um final que vai agradar 10 entre 10 fãs.

 


Já o elenco está mais maduro, assim como seus personagens. Dizem por aí que Zac Efron é o novo Brad Pitt. Embora ainda esteja muito longe de tal comparação, o rapaz é o que tem mais presença em cena, e Ashley Tisdale é certamente a mais talentosa intérprete do grupo.

 


E completando meu desabafo do início desta crítica, digo que, ao terminar o filme, vi crianças e adolescentes chorando e pedindo que seus tão amados amigos não os abandonassem. Não só compreendi tamanha angústia, como me peguei desejando: “Troy, Gabriella, Sharpay, Ryan, por favor, fiquem conosco”. Espero sinceramente que meu desejo se realize.

04.11.08

Jesus Superstar

categorias: Cinema, Jornalismo

Alguém aó já viu o filme "Jesus Superstar"?

 

Não?

 

O que estão esperando? Corram para uma locadora perto de vocês.

 

E confiem em mim... pesadelos.... muitos pesadelos....