Daniel Gonçalves... Faraó

Então, vamos fazer jornalismo...

Daniel Gonçalves... Faraó

Então, vamos fazer jornalismo...
<  Novembro 2008  >
S T Q Q S S D
          1 2
3 4 5 6 7 8 9
10 11 12 13 14 15 16
17 18 19 20 21 22 23
24 25 26 27 28 29 30
Buscar
Blogs Favoritos
Receba os posts
Terra Blog

Arquivo de: Novembro 2008

24.11.08

Lithan

categorias: Jornalismo

Hoje uma colega minha faz aniversário.


Vamos chamá-la do nome fictício de Lithan (Por motivos óbvios, certo).


Grande chefe de reportagem, essa Lithan. É capaz de comandar um país inteiro de dimensões continentais repletos de correspondentes malucos, desequilibrados e sem bom senso. E o faz com grande maestria.


Eu costumo comentar com um companheiro de trabalho que Lithan é diferente de outros chefes em um detalhe de extrema importância. Quando você passa um problema para a maioria dos líderes eles criam outro problema ainda maior. Quando você passa para Lithan, ela transforma em solução.


Não confundam com “colocar panos quentes”. Claro que não. Ela de fato encontra o caminho, ao contrário de ajudar a se perder.


Lithan sabe contar piadas debochadas e te dá foras com um sarcasmo deliciosamente despretensioso. Eu adoro levar foras dela.


É horrível quando você toma bronca de um chefe sem sentir medo ou raiva. Mostra que o chefe é um sem graça que não sabe despertar sentimentos em ninguém. Lithan não é assim. Sinto vontade de trucidá-la às segundas-feiras de manhã e de cumprimentá-la as quintas à tarde.


Lithan corta um galanteio com a delicadeza de um rinoceronte.


Seus desenhos não são nenhum Monet ou Picasso. Ela não cria natureza morta. Sua arte é bem viva, com traços finos, quase caricatos, e o preto e o branco num contraste mais colorido que muitos outros por aí.


Lithan não gosta de bactérias. Mas quem gosta? Contudo, ela sabe manter Ernanys Bacilos na rédea curta como nem ex-governadores conseguiram.


Ela ama o jeito Wood Allen de escancarar o patético humano e exorcizar os próprios demônios derrubando o falso véu moralista da sociedade.


E após essa rasgação de seda gratuita, fico por aqui, desejando felicidades e muitos anos de vida para Lithan na Terra e no TERRA também.

 

E tenho dito.

19.11.08

Vem que tem, malandro

categorias: Jornalismo
Estava eu vendo um canal de televisão à cabo que passa clipes (não é a MTV, é aquele outro) vendo o video da música "Give it 2 me" da cinquentona Madonna.



Ela é gostosa, poderosa, necessária e udo mais.



Mas o que chamou minha atenção foi a brilhante tradução do nome da canção.



"Vem que tem"



Cara, vou dizer uma coisa. Sou péssimo em inglês, mas duvido muito que a rainha do pop fosse usar o termo "vem que tem" num single que está fazendo sucesso no mundo todo. Eu deixaria de amá-la e idolatrá-la.



Mas venho neste post pedir a ajuda de alguma alma bondosa que traduza para mim "Give it 2 me".



E continuem vindo aqui, colocarei outras traduções idiotas para debatermos. Vem que tem, pessoal.

18.11.08

MARLEY E EU

categorias: Cinema, Jornalismo

Quem de vocês já leu o livro "Marley e Eu".

 

É ótimo, de verdade.

 

Para quem não leu, leia.

 

Para quem já leu, veja o filme que deve estrear mês que vem com a super gostosa Jennifer Aniston (ex-mulher de Brad Pitt).

 

Confesso que chorei ao final do livro. Chorei mesmo, chorei como uma menina de 15 anos que termina com o namorado na noite do baile de formatura.

14.11.08

Ferrando com a vida das pessoas

categorias: Jornalismo

Como bom repórter que sou (imaginem só!) estou terminando de ler o CAPÍTULO VI - CONCLUSÃO E PROPOSTAS do relatório final da CPI das Milícias da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

 

226 pessoas citadas para serem indiciadas por envolvimento em práticas milicianas.

 

Só falta votar o relatório no plenário da Alerj para que todas elas se ferrem

 

E como é bom fechar uma sexta-feira ferrando com a vida das pessoas

12.11.08

A última valsa

categorias: Cinema, Jornalismo


Já esperando por uma multidão lotando os cinemas na semana de estréia de High School Music: Ano da formatura, este repórter que vos escreve escolheu uma segunda-feira à tarde para assistir ao filme. Ora bolas, pensei comigo mesmo, segunda todo mundo trabalha e estuda, e além do mais não estamos nas férias (já imaginaram School Music ou Harry Potter nas férias? Mas Deus é misericordioso e nos poupou desse apocalipse). Satisfeito com minha sábia decisão concluí que não teria que agüentar os gritos agudos das adolescentes ao verem o ator Zac Efron (Troy) na telona e tampouco o barulho ensurdecedor de crianças em um coral desafinado acompanhando todas (eu disse todas) as canções do filme.

 


Eu adoro a juventude, sério mesmo, mas acima de tudo gosto de silêncio no cinema. E não é que, ao entrar na sala de projeção, vejo quase todas as poltronas cheias, com pipocas, refrigerantes e mais pipocas saltando aos olhos. Tamanha catástrofe em minha jornada mostra o que o fenômeno High School Music pode provoca aqui no Brasil e, é claro, no restante do mundo.

 


Neste terceiro longa-metragem da série acompanhamos Troy, Gabriella e sua turma no último ano do colegial, se preparando para o baile de formatura, um grande musical de primavera e o dilema da separação, já que cada um deles seguirá para uma faculdade diferente.

 


Dando gás ao enredo com novos e cativantes personagens, Ano da Formatura é um filme que contagia o público misturando romance, drama e alegria sem perder a inocência. O roteiro de Peter Barsocchini consegue ser simples, visando os baixinhos, sem esquecer-se de injetar leves toques de humor sarcástico, sabendo que ao lado dos pequeninos haverá um pai ou irmão mais velho que também merece se divertir.

 


Apesar da impressão de que a passagem do segundo para o terceiro ato tenha sido feita as pressas, o longa mantém um ritmo agradável do início ao fim. O que poderia ser sua ruína (o excesso de cenas de dança e música) acaba se tornando seu maior triunfo, pois ao término de mais um número musical com coreografias bem produzidas nos pegamos ansiosos a espera do próximo. Um deles unindo os personagens Sharpay e Ryan é uma sutil homenagem, mesmo que sem querer, a uma cena semelhante do clássico Cantando na Chuva. E apesar de trazer os clichês do gênero, Ano da Formatura consegue encantar, com destaque para a valsa de Troy e Gabriella ao som da bem composta Can I Have This Dance. A direção de Kenny Ortega se mostra uma grata surpresa, entregando o melhor capítulo da série e um final que vai agradar 10 entre 10 fãs.

 


Já o elenco está mais maduro, assim como seus personagens. Dizem por aí que Zac Efron é o novo Brad Pitt. Embora ainda esteja muito longe de tal comparação, o rapaz é o que tem mais presença em cena, e Ashley Tisdale é certamente a mais talentosa intérprete do grupo.

 


E completando meu desabafo do início desta crítica, digo que, ao terminar o filme, vi crianças e adolescentes chorando e pedindo que seus tão amados amigos não os abandonassem. Não só compreendi tamanha angústia, como me peguei desejando: “Troy, Gabriella, Sharpay, Ryan, por favor, fiquem conosco”. Espero sinceramente que meu desejo se realize.